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domingo, 24 de abril de 2011

Rosa que cativas

Rosa que cativas

Assim como no asteróide B-612, aqui se descobriu uma rosa muito linda            
Uma rosa que, com sua graça,cativa até mesmo a pessoa mais ranzinza.
Trajada de branco, se destacou em um tapete cinza

 Sua rica venustidade, conquistou o maior dos monopólios.
 O mais importante naquele tapete cinza, 
 o monopólio dos nossos olhos.


Ao mirar tua beleza, é impossível não tentar usar as retinas para fotografa-lá 
Na esperança de poder guarda-la na cabeça
para, sempre que possível, mais um vez vislumbra-lá.

                Tentei  transcrever o que é invisível aos olhos numa simples observação.           
 Mas logo percebi que, em sua frase,Charles Chaplin tinha toda razão;
“Com o uso da palavra não há mais lugar para a imaginação.”

Graciosa flor, embora você tenha cativado meus olhos e coração
Infelizmente, devo terminar este poema
Chamando sua atenção

“Ei! Na próxima vez,sorria!
            Existem pessoas, assim como eu,que sonham com o teu sorriso.           
Já que é isso que cativas a alma e nos faz ganhar o dia"




Victor Syas
                        

 ( Poema escrito para uma seguidora do tapete cinza, a pedido deste, blog de moda gerenciado pelas minhas grandes amigas Nath,Bruh e Sarah. Um grande beijo para vcs, garotas.) acesse: http://tapetecinza.tumblr.com/

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A minha "canção do exílio"

Lar, doce Lar

Terra de poucas palmeiras.
Coberta por um terreno cinza,
fertilidade aqui quase não há;
As pulquérimas flores que aqui florescem,
São fotográfadas pelas retinas de qualquer lugar.

Terra onde o céu não tem estrelas,
Já que estas tem vergonha de se mostrar,
Ao contemplar o mar de luzes da minha terra,
Se intimidam com a diversidade de cores e brilhos
Que  iluminam aqueles que navegam este mar.

Terra de mais amores,
Lar de inúmeros trovadores.
Aqui é impossível proteger o coração.
Pois basta baixar a guarda da atenção,
Que o tens invadido, pela mais inocente paixão.

Terra onde a diversidade de prazeres toma lugar;
Não permita Deus que alguém morra,
Sem que um dia por aqui venha passar;
Sem que desfrute os primores e amores
Do meu amado, "lar, doce lar".

Victor Syas

(Ps.Este poema é resultado de uma atividade promovida na aula de redação, sobre o uso da intertextualidade  com a “Canção do Exílio”.)